Jaime Calado e Zenaide Maia consolidam Polo do Saber com nova sede da Escola Dom Joaquim e reforçam revolução educacional em São Gonçalo do Amarante

Prefeito da cidade de São Gonçalo do Amarante Jaime Calado. Foto: divulgação

A educação como eixo estruturante do desenvolvimento voltou ao centro da agenda pública de São Gonçalo do Amarante nesta quinta-feira (19), com a assinatura da ordem de serviço para a construção da sede própria da Escola Municipal Dom Joaquim de Almeida. Mais do que o lançamento de uma obra física, o ato simboliza uma estratégia de consolidação do Polo do Saber como vetor de transformação social e econômica do município.
Ao lado da senadora e primeira-dama Zenaide Maia, o prefeito Jaime Calado oficializou o início da construção da nova unidade escolar, a quinta em execução em pouco mais de um ano da atual gestão. O dado, por si só, revela um ritmo consistente de investimentos em infraestrutura educacional, em um cenário nacional em que muitos municípios enfrentam restrições fiscais e dificuldades de expansão da rede.


A escola será erguida em área estratégica: atrás do CEMEF Maria Antônia, na região do Polo do Saber, na Estrada de Guanduba, próxima à Universidade Aberta do Brasil, ao Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) e ao Museu Séphora Bezerra. Trata-se de um território educacional planejado, onde a formação básica e o ensino técnico convivem no mesmo perímetro urbano, criando um ecossistema de aprendizado contínuo — da infância à qualificação profissional.
Com investimento de R$ 2.121.038,62, oriundos do Fundeb/OGM, a nova sede ocupará um terreno de 6.278,19 m², com 1.129,67 m² de área construída. O projeto contempla seis salas de aula, sala de leitura, laboratório de informática, diretoria, secretaria, sala de professores, almoxarifado, blocos sanitários, cozinha, refeitório coberto e pátio interativo. A estrutura revela atenção à dimensão pedagógica contemporânea, que exige espaços multifuncionais e ambientes que estimulem convivência, tecnologia e aprendizado colaborativo.


A Escola Municipal Dom Joaquim de Almeida, que atualmente funciona de forma provisória na Universidade Aberta do Brasil, passa a ter sede própria — um passo que garante identidade institucional, estabilidade administrativa e melhores condições de ensino e aprendizagem. Para a comunidade escolar, significa sair da transitoriedade e entrar em uma nova fase de consolidação.


Durante a solenidade, Jaime Calado resgatou a memória da área, que, segundo ele, era uma fazenda quando assumiu a Prefeitura em 2009. A transformação em 30 hectares dedicados à educação, com creche, escola de ensino fundamental, IFRN e Universidade Aberta do Brasil, revela uma visão de longo prazo. Ao afirmar que “a educação é a grande luz para o nosso futuro”, o prefeito sintetizou uma política pública que vai além da retórica: ela se materializa em concreto, salas de aula e oportunidades.
O impacto da obra transcende a estrutura física.

Ao ampliar a rede pública e aumentar a oferta de vagas na educação básica, o município fortalece indicadores educacionais, atrai novas famílias para a região e consolida um ambiente favorável ao desenvolvimento urbano ordenado. Educação de qualidade é também política de segurança, geração de renda e redução de desigualdades.
O depoimento da moradora Cris Medeiros, ex-aluna da escola, traduz o sentimento coletivo: ver a instituição onde estudou ganhar sede própria é testemunhar a valorização da própria trajetória e da comunidade. É a dimensão simbólica da política pública — quando o investimento estatal encontra histórias reais e projeta novos horizontes.
Em pouco mais de um ano, a atual gestão demonstra que a infraestrutura educacional é prioridade estratégica. A construção da nova sede da Escola Dom Joaquim insere-se em um projeto