Agricultor da Maísa pode ter sido morto por engano

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Francisco Damião da Silva, popularmente conhecido como “Chiclete” de 44 anos, estava sentando conversando com um vizinho, na Agrovila Pomar no Assentamento Maísa, quando foram surpreendidos por dois criminosos que chegaram numa motocicleta.

Foto: Marcelino Neto, O Câmera

Segundo informações, um dos elementos desceu e foi até a residência onde chiclete estava com um amigo e recebeu a ordem do outro criminoso, que da moto gritou: Queima – Queima.
O assassino descarregou a arma, acertando quatro tiros em Francisco Chiclete, que ainda correu cerca de 60 metros antes de cair sem vida no quintal de outra residência, no mesmo quarteirão.

Foto: vítima do homicídio


Segundo informações de amigos e vizinhos dos rapazes, o único envolvimento de Chiclete, era com o vicio da cachaça. O amigo que estava com ele, segundo relatos, é usuário de drogas.
A reportagem do Câmara esteve na Maísa e conversando com a policia e com alguns moradores, ninguém deu qualquer informação ruim de Francisco Damião da Silva. Todos acreditam que ele tenha sido morto por engano. Os amigos acreditam que a ordem para “queimar” seria para o outro rapaz que estava com a vitima na hora do crime.
A equipe de pericia criminal identificou cerca de quatro perfurações de tiros no corpo de Chiclete, sendo um numa perna e três na região lateral do abdômen. O corpo foi removido e deverá ser examinado na Unidade de Medicina Legal do Itep em Mossoró.

O Câmera

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