Após Assembleia iniciada nesta última sexta-feira (06), no SINTE/RN, os professores da rede municipal de ensino de Natal definiram que vão usar o início da semana que vem para discutir movimento grevista com pais e alunos

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Após assembleia iniciada nesta sexta-feira (06), no SINTE/RN, os professores da rede municipal de ensino de Natal definiram que vão usar o início da semana que vem para discutir o movimento grevista com pais e alunos. Foi marcada uma nova assembleia para a próxima quinta-feira (12), com o intuito de aprovar o indicativo de greve.

Segundo Fátima Cardoso, Coordenadora da Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Rio Grande do Norte (SINTE/RN), as principais reivindicações da categoria são: reajuste de 12,84% nos salários dos professores ativos e aposentados, direitos funcionais, promoções e regulamentação da jornada de trabalho, hoje os profissionais estão trabalhando com 4 horas de carga suplementar.

Fátima também pensa em unir os professores da rede estadual com a municipal “Uma vez deflagrada a greve no município, as assembleias e movimentos serão em conjunto com a categoria estadual. Com isso, vamos ter mais força, mais tensionamento e a população verá que não temos recursos e a única forma de resolver é com a greve”. O SINTE/RN entrou em contato com a Secretária Municipal de Educação (SME), mas não chegou uma contraproposta.

A greve na rede estadual de ensino

Após a rejeição da proposta do governo, apresentada em reunião na última terça-feira (03), o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (Sinte) do RN optou por deflagrar, nesta quinta-feira (05), a greve dos professores em todo o estado. Dentre as reivindicações estão a cobrança pelo reajuste de 12,84% nos salários dos professores, além do pagamento retroativo referente a janeiro e fevereiro. Nos colégios estaduais da capital potiguar, professores tem se reunido para decidir o funcionamento das instituições.

Segundo o Sinte, a proposta apresentada pelo governo é de pagar o reajuste nos meses de julho, agosto e dezembro, para os trabalhadores ativos, e nos meses de agosto, outubro e dezembro para os aposentados. Já as parcelas do retroativo seriam pagas apenas em 2021 e 2022. A categoria não concordou com a sugestão e optou pela deflagração da greve.

Segundo José Teixeira, coordenador-geral do Sinte, o governo deve analisar novas propostas e apresentar uma resposta até segunda-feira (9), caso a categoria não entre em acordo a greve continua. “A nossa proposta (do Sinte) é pagar o ajuste em abril, junho e agosto, tanto para ativos quanto aposentados, e de outubro a março do ano que vem fazer o parcelamento do retroativo” explica o sindicalista.

Agora RN

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