Artigo: alimentos transgênicos e o tratamento de câncer

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Por: Natália Cavalcanti – Nutricionista – Casa Durval Paiva – CRN6 11467

Comer causa a sensação de felicidade, quando nos alimentamos, o cérebro libera substâncias químicas de prazer e, por esse motivo, nos sentimos bem. Com isso, ficamos no meio de uma decisão, de um lado, a busca do prazer que o alimento proporciona e, do outro, a nutrição, onde temos que escolher alimentos saudáveis, com nutrientes necessários ao bom funcionamento do nosso organismo. Quando comemos podemos sentir alegria, tristeza ou prazer.

A maioria dos alimentos calóricos são pouco nutritivos, mas saborosos, por misturar carboidratos simples, como o açúcar refinado e gordura, que dão sabor e consistência aos produtos. Essa combinação mexe com o cérebro, estimulando as áreas ligadas aos sentimentos de prazer e recompensa. É por essa razão, que as pessoas procuram um tipo específico de alimento, quando estão tristes ou cansadas.

No entanto, para criar uma melhor resistência para o milho e soja, por exemplo, em seu cultivo contra às pragas, insetos, fungos, pesticidas e inseticidas, foram desenvolvidas em laboratório as sementes transgênicas. Elas promovem a produção de uma proteína tóxica na planta, específica para o combate a determinados tipos de insetos, tornando a plantação mais resistente a essas espécies, causando morte às pragas.

Essa modificação transgênica é a causa de novos desenvolvimentos de alergias, aumento de resistência aos antibióticos, que impacta a saúde da microbiota intestinal, podendo causar resistência e vulnerabilidade às infecções. Os antibióticos são os principais remédios prescritos aos pacientes com câncer.

Com a finalidade de evitar o consumo de alimentos transgênicos, o setor de nutrição da Casa De Apoio Durval Paiva desenvolve palestras e rodas de conversas, com o programa “Educando para Nutrir”, em parceria com a Classe Pedagógica, para informar aos acompanhantes e pacientes, sobre esses alimentos e como buscar informações nos rótulos das embalagens. Aplicando também o conhecimento no cultivo da horta orgânica, desenvolvida na instituição.

A identificação de alimentos que contenham ou sejam produzidos a partir de organismos geneticamente modificados é assegurada por um conjunto, que dispõe sobre a identificação com símbolo em tamanho e formato específicos “T”.

Assim, todos os produtos, que sejam feitos a partir de ou que contenham ingredientes produzidos com organismos geneticamente modificados, precisam fornecer nas embalagens essa informação aos consumidores.

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