Em simpósio, ministro destaca rede pública de saúde cardíaca e cardiovascular

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A estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) destinada a diagnóstico e tratamento de problemas cardíacos e cardiovasculares foi evidenciada na terceira edição do Mulheres do Coração / Women of the Heart #3. Em conferência realizada virtualmente neste sábado (17), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, falou sobre ações estratégicas traçadas pelo governo brasileiro e investimentos custeados às especialidades. 

“O SUS faz acompanhamento atencioso dos casos e dispõe de uma rede robusta para tratamento integral e gratuito de qualidade. Temos centenas de estabelecimentos de saúde habilitados, além das mais de 50 mil unidades básicas de saúde espalhadas pelo país. O nosso sistema de saúde é universal, integral, de acesso igualitário e com equidade”, destacou Queiroga. 

Rede de atendimento

Para custeio de procedimentos de cardiologia e cardiovascular no âmbito do SUS, o Ministério da Saúde investiu R$ 873,7 milhões, entre janeiro e maio de 2021. No consolidado dos últimos dois anos, foram mais de R$ 5,8 bilhões. Atualmente, a rede pública brasileira conta com 299 estabelecimentos de saúde habilitados como Unidades e Centros de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular. 

Um dos objetivos do Governo Federal é priorizar a atenção primária, por ser o primeiro contato do paciente no enfrentamento a problemas como hipertensão arterial, diabetes e agravamentos cardiovasculares, de maneira geral. 

Lideranças femininas

O Mulheres do Coração / Women of the Heart #3 foi organizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) em parceria com o American College of Cardiology (ACC). O evento reuniu lideranças femininas nacionais e internacionais para debater importantes avanços científicos na área. 

Ao participar como palestrante convidado da conferência magna, Marcelo Queiroga destacou a importância da inserção de cada vez mais profissionais mulheres à frente da cardiologia. 

“É necessário reafirmar a qualificação das nossas cardiologistas. Nós sabemos que ao longo do tempo as mulheres assumiram um papel de grande protagonismo na medicina como um todo e, nesse contexto da pandemia, mais do que nunca, nós sabemos da importância do trabalho que as mulheres têm desempenhado e que realmente fazem a diferença”, pontuou.

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