A enfermeira Nara Priscila Carneiro teria matado o amante, também enfermeiro, após engravidar dele, mas não querer que ele assumisse a paternidade da criança. Ambos trabalhavam no mesmo hospital e viviam um relacionamento extraconjugal. Em abril deste ano, a Justiça determinou que ela seja levada a júri popular.
O crime aconteceu em julho de 2017, em um hospital particular no Centro de Fortaleza. Ramam Cavalcante Dantas foi morto com uma injeção letal. Ele desejava assumir a paternidade da criança, mas Nara não queria. Ela tinha receio que o relacionamento extraconjugal acabasse com o casamento dela.
Quase sete anos após o crime, Nara Priscila Carneiro, que tem 40 anos, teve a sentença de pronúncia publicada no Diário de Justiça do Estado (TJCE). Ela responde ao processo em liberdade. Também não foram fixadas medidas cautelares contra ela, como o uso de tornozeleira eletrônica.
O g1 entrou em contato com a defesa de Nara Priscila, mas não obteve retorno até a atualização mais recente desta reportagem.
G1/CE