Estudante de direito é preso suspeito de pichar ambulâncias e imóveis com ameaças

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Um estudante de direito foi preso suspeito de pichar ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e imóveis em Fortaleza. Os casos ocorreram na sexta-feira (14) e na madrugada de sábado (15), em um intervalo de menos de 24 horas. De acordo com a Polícia Civil, a prisão do estudante ocorreu na terça-feira (18), em sua residência no Bairro Rodolfo Teófilo.

Duas ambulâncias do Samu, carros da polícia e prédios privados foram pichados com mensagens de ameaça. Em um dos casos, os profissionais que trabalham na ambulância pichada também foram assaltados e tiveram os celulares tomados no Bairro Montese. A Secretária de Segurança afirmou que a Polícia Militar havia realizado investigações na região, mas sem identificar o suspeito.

“Nós fomos surpreendidos novamente com outra pichação na viatura. Mais pichações na viatura. Notícias de que o suspeito também havia pichado ambulâncias, comércios, residências por onde passava. E nós continuamos com as investigações. Tivemos as imagens, muitas imagens fornecidas pelo Ciops e foram analisadas pelos nossos policiais”, explicou o delegado Vicente Alencar, titular do 11º Distrito Policial.

Em mensagens compartilhadas em redes sociais, profissionais da saúde que utilizam os veículos de emergência relataram medo e cobraram mais segurança para garantir a efetividade do trabalho nas ambulâncias.

Segundo as investigações, o estudante não apresentava antecedentes criminais e foi identificado através de imagens de câmeras de segurança que flagraram o suspeito agindo.

Na casa do suspeito, foram apreendidas uma motocicleta, uma bolsa de um serviço de entregas por aplicativo, além da blusa em que ele aprece nas imagens, três aparelhos celulares, sendo um deles com registro de perda, um notebook, além de porções de crack e maconha.

O estudante foi levado para o 11º Distrito Policial, onde foi autuado por dano qualificado, ameaça, apropriação de coisa achada e tráfico de drogas. Para a polícia o jovem se valeu do direito de só se manifestar em juízo e permaneceu em silêncio.

G1/CE

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