“General” do PCC está entre presos por assalto a banco em Criciúma (SC)

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A Polícia do Rio Grande do Sul prendeu Márcio Geraldo Alves Ferreira, 34 anos, o Buda, um dos generais do PCC (Primeiro Comando da Capital), acusado de participar do assalto a banco em Cricíúma (SC) na madrugada da última terça-feira (1º). A prisão dele em Gramado (RS) é o primeiro elo revelado entre a operação da quadrilha em Santa Catarina e a facção criminosa originada em São Paulo.

Segundo a Polícia Civil de São Paulo, além de Buda também foi preso Francisco Aurílio Silva de Melo, conhecido como XT. O integrante do PCC foi acusado de tentar matar o delegado Rui Ferraz Fontes, hoje delegado-geral da Polícia Civil paulista. Na época, Fontes era titular do 69º DP (Teotônio Vilela), jurado de morte pelo crime organizado.

Em 2014, Buda foi acusado de planejar o resgate de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder máximo do PCC. Além do número 1 da organização criminosa, também seriam alvo da ação os presos Cláudio Barbará, Célio Marcelo da Silva, o Bin Laden, e Luiz Eduardo de Barros, o Du Bela Vista.

Esses quatro presos estão hoje recolhidos em presídios federais. Segundo o Ministério Público, a missão de Buda no plano era contratar piloto e conseguir um helicóptero e um avião para transportar os resgatáveis até uma cidade do Paraná.

De acordo com apuração anterior do UOL, agentes do BOPE (Batalhão de Operações Especiais) encontraram durante a madrugada um local que acreditam ter sido usado pelos criminosos que assaltaram duas agências bancárias em Criciúma (SC), na última terça-feira (1). A casa fica na cidade de Três Cachoeiras (RS), a 100 km de onde os crimes ocorreram. Agora, são 9 pessoas presas por suposto envolvimento com o caso.

Um homem foi preso e um furgão apreendido. A possível relação entre o detido e o assalto não foi informada pela Polícia Militar de Santa Catarina.

Para a polícia, o imóvel teria sido usado como transição para a fuga. No local, foram encontrados vestígios que indicam participação no roubo ao Banco do Brasil. Além disso, havia roupas com sangue e acionador para explosivos.

Uol

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