O mundo acordou em estado de choque neste domingo após os Estados Unidos executarem um ataque cirúrgico e devastador contra instalações nucleares subterrâneas do Irã, em uma das mais ousadas ações militares da era pós-Trump. Os alvos foram atingidos por bombardeiros furtivos B-2, equipados com a temida “Massive Ordnance Penetrator” — a bomba quebra-bunker mais poderosa já utilizada em combate.
Segundo fontes do Pentágono, os bombardeiros haviam decolado secretamente da Base Aérea Whiteman, no Missouri, ainda na noite de sexta-feira, cruzando o Pacífico com apoio logístico de aviões-tanque KC-135. A ofensiva, meticulosamente planejada, visou diretamente a instalação subterrânea de Fordow, uma das joias do programa nuclear iraniano — localizada a mais de 80 metros sob a terra e protegida por concreto e rocha.
“Foi um golpe preciso, rápido e devastador. O objetivo era claro: desmantelar o coração do enriquecimento de urânio iraniano,” revelou um alto oficial militar americano sob anonimato.
Imagens de satélite confirmam explosões massivas na região de Fordow, seguidas de colunas de fumaça visíveis a quilômetros de distância. Fontes locais relatam apagões, tremores e evacuação emergencial de áreas próximas.
O presidente Donald Trump, que retornou recentemente à Casa Branca após reeleição polêmica, ele teria tomado a decisão final em uma reunião a portas fechadas com sua equipe
