No 1º julgamento de 2024 sobre o 8 de Janeiro, Moraes vota para condenar mais 12 réus

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes votou nesta sexta-feira (2) para condenar mais 12 acusados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por participação nos atos extremistas do 8 de Janeiro, em Brasília. São 11 homens e uma mulher, com penas de 12, 14 e 17 anos. O primeiro julgamento de 2024 sobre o caso começou um dia após a cerimônia de abertura do ano no Judiciário.

Os 12 réus, presos durante os ataques aos prédios da praça dos Três Poderes, foram acusados dos crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado.

As ações serão analisadas pelos demais ministros da Corte de forma virtual até a próxima sexta (9). No julgamento virtual, não há discussão. Os ministros votam por meio do sistema eletrônico da Corte. Se há um pedido de vista, o julgamento é suspenso. Já quando ocorre um pedido de destaque, o julgamento é reiniciado no plenário físico.

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A canetada: Alexandre de Moraes determina que a Polícia Federal obtenha todas as imagens das câmeras do DF que possam auxiliar no reconhecimento facial dos terroristas

Em sua decisão, o ministro Alexandre de Moraes determinou ainda a proibição imediata, até o dia 31 de janeiro, de ingresso de quaisquer ônibus e caminhões com manifestantes no Distrito Federal; que a Polícia Federal obtenha todas as imagens das câmeras do DF que possam auxiliar no reconhecimento facial dos terroristas que praticaram os atos do dia 8 de janeiro; e que as empresas Facebook, Tik Tok e Twitter bloqueiem canais/perfis/contas citados na decisão, com o fornecimento de seus dados cadastrais ao STF.

Para os que achavam que a quebradeira não daria em nada, se lascaram, a Papuda é bem alí.

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Cartada Final: Alexandre de Moraes rejeita ação do PL contra as urnas e multa partido em R$ 22 milhões

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, negou o pedido de verificação extraordinária do resultado do segundo turno das eleições. Esse pedido foi apresentado na terça-feira (22) pelo PL, partido do presidente Jair Bolsonaro. O ministro considerou que a ação do partido não traz qualquer indício ou prova de fraude que justifique a reavaliação de parte dos votos registrados pelas urnas.

O ministro condenou a coligação da campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro a pagar uma multa de quase R$ 23 milhões por litigância de má-fé, quando a Justiça é acionada de forma irresponsável. Moraes determinou ainda o bloqueio imediato do fundo partidário até que a multa seja paga.

A ação do partido de Bolsonaro é baseada no relatório de uma consultoria privada que diz que as urnas anteriores ao modelo 2020, que têm um número de série único, deveriam apresentar um número individualizado, e que isso não permitiria que esses equipamentos passassem por uma auditagem – o que é desmentido por uma série de especialistas e entidades fiscalizadoras.

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VÍDEO: Ao sofrer novos ataques, Moraes sorri e acena a manifestantes

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes acenou e sorriu para manifestantes que o xingavam ao ele deixar o hotel em Nova York nesta segunda-feira (14.nov.2022).

Moraes foi chamado de “ladrão“, “vagabundo” e de outros termos ofensivos. Ao lado dele, deixavam o hotel também os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. O ex-governador de São Paulo, João Doria, também estava presente.

Assista à reação de Moraes aos xingamentos:

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