Pelé alegou em testamento possibilidade de ter mais uma filha como herdeira; herança é de R$ 78 milhões

A divisão da herança de Pelé deve ganhar um novo capítulo nas próximas semanas. O Rei do Futebol, morto no dia 29 de dezembro, alegou em seu testamento a possibilidade de ter mais uma filha como herdeira, além da sua viúva, Márcia Aoki, seus seis filhos e dois netos. A informação foi divulgada na coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

Pelé respondia na Justiça uma ação de paternidade movida por Maria do Socorro Azevedo, que é representada pela Defensoria Pública de São Paulo e alega ser sua filha, tornando-a também herdeira legítima de Pelé. O Rei não recorreu e decidiu que ia fazer o teste de DNA, mas acabou morrendo antes de realizar o exame, vítima de um câncer no cólon. A herança deixada por ele é estimada em U$15 milhões (R$ 78,1 milhões na cotação atual).

Márcia Aoki contratou o escritório PLKC Advogados para representá-la no inventário de Pelé. Ela se casou com a lenda do futebol em 2016, quando o ídolo da seleção brasileira já tinha 75 anos. De acordo com o Código Civil brasileiro, todas as pessoas acima de 70 anos devem se casar com separação de bens. No testamento, assinado em 2020, Pelé destina 30% de todos os seus bens a Márcia, 60% a serem divididos para os seis filhos e outros 10% para os filhos da sua filha Sandra Regina, morta em 2006, e que ele nunca reconheceu.

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Pelé foi tão grandioso que parou até guerra civil na Nigéria

O Rei do futebol, Edson Arantes do Nascimento, faleceu, mas não Pelé, este é eterno. Afinal, legado não morre. O histórico camisa 10 colecionou grandes momentos na carreira e, dentre eles, provocou um cessar-fogo na guerra civil de Biafra, na Nigéria, em 1969.

Cessar-fogo

A Nigéria passava por uma guerra civil, em que a região de Biafra tentava conquistar a independência. O conflito colocou em lados opostos dois grupos étnicos do país: igbo e hausa, que dominavam o governo naquele momento.

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Pelé completa um mês internado; família continua reunida em hospital

A internação do Rei do Futebol, Pelé, completa um mês nesta quinta-feira (29). Com progressão no câncer de cólon, não há previsão de alta para o ex-jogador, que está reunido com a família.

O ídolo brasileiro deu entrada no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, no dia 29 de novembro, para fazer uma reavaliação do tratamento do câncer. Na ocasião, ele também foi diagnosticado com uma infecção respiratória.

Dias depois, a equipe médica anunciou que houve progressão do quadro oncológico do Rei, demandando mais atenção ao rim e ao coração. Desde o dia 21 de dezembro, o hospital não divulga boletins sobre a saúde de Pelé.

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